O prefeito de Americana, Omar Najar (PMDB), atendeu ao site JC Americana para divulgar algumas medidas que ele julga muito importantes para o futuro da cidade. “São passos lentos, um de cada vez, mas que vão deixar o município em excelentes condições para o próximo prefeito”, garantiu. Omar falou de saúde, saneamento e finanças. Este um resumo do que destacou o chefe do Poder Executivo que ainda tem mais 1.181 dias na administração do município:

ECONOMIA – Omar disse que acabou de pagar a terceira parcela do Refis que a cidade aderiu, no valor de R$ 3,5 milhões, totalizando R$ 10,5 milhões. Restam ainda mais três parcelas pesadas para, a partir do ano que vem, o caixa de Americana respirar e ter um fôlego bem maior, já que o restante da dívida será quitada em 194 parcelas. “Esse Refis significou também uma economia de R$ 300 milhões, já que a nossa dívida de R$ 800 milhões caiu para R$ 500 milhões”, disse.

SAÚDE – O prefeito negou ter decidido qualquer coisa a respeito do futuro secretário de Saúde. O cargo está vago, ocupado por um advogado apenas de forma interina, que pode sair a qualquer momento. Omar explicou que não adianta ter pressa, pois precisa esperar a nova empresa que foi contratada para melhorar o atendimento no Hospital Municipal e na rede pública. Nomes como Ulisses Silveira, Giovana Fortunato e Frederico Polo Muller não passam de especulações. “Talvez o novo secretário nem seja um médico”, avisou.

FACILITAÇÃO – Omar informou que fez uma boa reunião com diretores da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Americana e procedimentos devem ser adotados, pela administração, para implantação mais rápida e positiva de loteamentos, processos e obras. A informatização é um dos caminhos.

POLÍTICA – Como não pode mais ser reeleito, Omar Najar diz que vem fazendo uma administração sem essa preocupação. Seu foco é mesmo o ajuste das contas, seguindo a legislação. Ontem cedo, por exemplo, ele recebeu a visita de alguns vereadores apenas para demonstração de apoio da base no Poder Legislativo. Omar não tem e não deve ter nenhuma dificuldade na aprovação de seus projetos na Casa de Leis.